
quinta-feira, 10 de março de 2011
O espelho de Sheila

sexta-feira, 4 de março de 2011
Jean ou Jinny?

Jean Shrimpton, quem se lembra dela???? Provavelmente, ou melhor, com certeza pessoas que estavam sempre na moda nos anos 60. Ela era o símbolo das "chelsea girls", as garotas que era o exemplo do bem vestir naquela época e que estavam em Londres. Ela era considerada ícone de beleza da "Swinging London", e também a primeira supermodelo do mundo, tendo sido capa de revistas como Vogue, Elle, Harper`s Bazaar e Ladies Home Journal. Começou sua carreira em 1960 quando se formou com 17 anos numa escola de modelos. Em 1967 foi eleita pela Vogue "a modelo que mudou o rosto da moda", e por sua silhueta alta era conhecida estranhamente por "the shrimp" (o camarão), pois também era muito magra, tinha pescoço comprido e pernas longas. Fez muito sucesso no mundo todo, em especial nos Estados Unidos que a considerou "o rosto mais bonito do mundo", tendo sido capa também de revistas como Newsweek, Time, e LIFE, entre outras.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Linhas Cruzadas - O Processo I

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Brincando em cima daquilo

Definição "Daquilo"
Palco - é o local para a apresentação de artistas em peças de teatro, dança, grupos musicais e outros. Em nossos dias os palcos são construídos com três tipos básicos: palco italiano, palco de semi-arena e palco de arena.
1º - Palco italiano: onde os espectadores ficam apenas de frente. Geralmente situa-se mais distante da platéia.
2º - Palco de semi-arena: constituído de uma plataforma que avança pela platéia, ficando esta disposta em semicírculo ao seu redor. Ele aproxima mais os espectadores do ator.
3º - Palco de arena: área circular situada no meio da platéia. O público senta-se em uma arquibancada a seu redor. Geralmente, os teatros de arena são muito grandes, de modo que os atores e o público mantêm uma relação mais estreita.
4° - Palco elizabetano: Tem a característica de um palco misto. É um espaço fechado, retangular, com uma grande ampliação de proscênio (em formato retangular ou circular). O público o circunda por três lados: Retangular, circular ou misto.
Essa é a definição pragmática. A definição técnica é importante, mas eu prefiro a definição poética. É o quadrado ou o círculo mais sagrado e divertido! É mágico e gratificante "brincar em cima daquilo"!
Peter Brook, respeitado diretor de teatro e cinema britânico, coloca as seguintes questões: "Qual a diferença entre um homem que, imóvel no palco, consegue chamar nossa atenção e aquele que não consegue fazê-lo? Por que, muitas vezes, saímos do teatro com a sensação de ter passado uma noite insípida, apesar de o espetáculo assistido ser dotado de excelentes recursos técnicos e interpretado por bons atores?Ou, então, temos a mesma sensação com certos espetáculos tidos como “culturais” e impregnados de grandes teorias teatrais, ao passo que uma peça muito menos pretensiosa, com um tema bobo e interpretações simples, parece-nos muito mais encantadora. A diferença é a presença desta faísca, uma pequena centelha que acende e dá intensidade a esse momento comprimido, destilado, pois é a presença da vida que faz com que o que está sendo apresentado torne-se interessante."
Sabe o que mais?! Brincar em cima daquilo faz toda a diferença! Os Ostros brincam de se lambuzar com marmelada! 'A principal responsabilidade do ator é preparar o terreno e tornar as condições favoráveis para que a “Centelha da Vida” aponte no momento certo, pois a vida impregna o palco somente se o ator for convincente.' (BROOK, Fios do Tempo.).
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Vestir a personagem.
Deixo essas frases do Stanislavski, que definem bem esse processo de criação, que é único.
“ Em nossa arte é preciso viver o papel a cada instante que o representamos e em todas as vezes. Cada vez que é recriado tem que ser vivido de novo e de novo encarnado.”
“O ator cria, em sua imaginação, o modelo e depois exatamente como o pintor, toma cada um dos traços e o transfere não para a tela, mas para si mesmo.”
“A arte não é vida real e nem sequer o seu reflexo. A arte é, por si só, criadora, cria sua própria vida, plena de beleza em sua abstração, ultrapassando os limites do tempo e do espaço.”
Citações: livro "A preparação do ator" do Stanislavski.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Até a Rainha Elizabeth II já viu!